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HISTÓRIA

A FREGUESIA DA RIBEIRINHA

Ribeirinha é uma freguesia portuguesa, com 7,90 km² de área e 2 733 habitantes (2001). Densidade: 345,9 hab/km². Situa-se entre a Ponta da Mina e o Monte Brasil a cerca de 3,8 km da cidade de Angra do Heroísmo na Ilha Terceira.

Esta freguesia que se estende subindo a Serra da Ribeirinha faz confrontações com a freguesia de S. Bento a Oeste, Feteira a Leste, a Norte com a freguesia do Porto Judeu e a Sul com a Orla Marítima.

A freguesia da Ribeirinha é terra de gente empreendedora, estando a população activa empenhada em diversas actividades: tem na agro-pecuária a sua principal actividade visto que os solos são férteis, devido à abundância de água, abundando o trigo e o milho, para além de inúmeras cabeças de gado. As explorações pecuárias predominantemente de gado bovino são de grande tradição na freguesia, sendo a principal abastecedora de leite da cidade de angra do heroísmo. O sector dos serviços também abarca uma grossa fatia da população activa que se desloca e trabalha na cidade, não esquecendo outras actividades como a carpintaria, construção civil, restauração de mobiliário entre outras.

A Junta da Freguesia tem levado a cabo a concretização e execução de importantes obras necessárias ao desenvolvimento da freguesia.

 

ELEVAÇÃO A FREGUESIA E PRIMEIROS POVOADORES DA RIBEIRINHA

 

Quando saímos de Angra do Heroísmo, caminhando para Oriente, transpondo os Portões de São Bento, deparamo-nos com a freguesia da Ribeirinha, Comarca e Diocese de Angra do Heroísmo, Relação de Lisboa. O seu nome advém da pequena ribeira que a atravessa.

Os seus primórdios perdem-se no tempo, já que a história não os pormenoriza. Segundo alguns historiadores a origem desta freguesia e da sua primitiva população está num flamengo de nome Fernão Dulmo, dado que esta localidade foi o lugar que Fernão Dulmo escolheu para sua residência, onde lhe foram dados terrenos desde a Serra até à actual freguesia da Feteira.

Em 1486, era ainda um curato sob a alçada da paróquia de Vila de São Sebastião, e foi no ano de 1568 que aparece como freguesia independente, por carta régia datada de 30 de Julho de 1568. Manda El-Rei que a Congrua do Vigário, António Pimenta de Araújo se eleve para vinte e seis mil reis.

Em finais do séc. XVI, diz Gaspar Frutuoso que a freguesia tinha 40 moradores. Em 1717 o padre António Cordeiro refere que tinha 140 vizinhos.

Certos usos e costumes que, ainda hoje, se notam nos actuais habitantes desta populosa freguesia, e que eles guardam entre si, como um dever sagrado, , ou seja, certas tradições ribeirinhenses e o modo de falar popular denotam uma origem "estrangeira" mas saborosamente temperada com o espirito português.

Quem passar pela Terceira tem de passar necessariamente pela Ribeirinha para compreender a alma do povo Terceirense.

 

ORIGEM DO NOME: RIBEIRINHA

 

Não se sabe ao certo a origem do nome da Freguesia. Contudo, situa-se nesta freguesia a Fonte da Furna de Água, nascente de água doce que, no último século, alimentava dezassete dos dezoito chafarizes existentes. De início um apenas houve, o da Fonte, para o abastecimento dos seus habitantes.

Sendo uma das paróquias mais ricas de água da ilha, a água corria na ribeira que atravessa a Freguesia de Norte a Sul daí o nome Ribeirinha.

Todavia, na falta de documentos autênticos, fica-se apenas pela tradição.

 

ELECTRIFICAÇÃO, CONFRARIAS, INDÚSTRIA E COMÉRCIO

 

Foi a primeira freguesia rural terceirense a beneficiar desta de electrificação tendo esta sido inaugurada a 4 de Abril de 1931regalia. Uma Moagem accionada a energia, fundada em 1949, por Joaquim Rodrigues Bettencourt chegou a moer, em média diária, três moios de trigo. Foi vendida em 1968 a José Nunes Toste e Francisco Natal Rodrigues. Encontrando-se desactivada desde 1969.

Nesta freguesia, outrora, existiram diversas confrarias sendo as mais conhecidas: a do Santíssimo Sacramento, a de Nossa Senhora da Conceição, a do Senhor Santo Cristo, a de São Pedro e de Santo Antão.

 Os documentos paroquiais mais antigos que se conhecem, relativos a baptismos e casamentos, datam de 1630.

A principal indústria principal contava com quatro fábricas de desnatação de leite, cujo produto era consumido em Angra

Possuía também um número significativo de teares s, cujos preparados serviam para consumo interno da freguesia.

O comércio era fundamentalmente agra -pecuário visto ser esta a maior actividade da freguesia. A produção de batata doce era significativa, mas foi descontinuada por se ter interrompido o fabrico do álcool. No entanto tem-se desenvolvido na freguesia outras vertentes de comércio tais como: minimercados, lojas de roupa, de cutelarias e utilidades, combustíveis, snack-bares, ramo automóvel, entre outros.

Actualmente a Ribeirinha, conta com uma indústria um pouco mais diversificada como: alumínios, carpintaria, sapateiro, restaurador, taxidermia, alfenim, entre outras.

 

HEROÍSMO

 

Foi da freguesia da Ribeirinha que, em 1641, por ocasião da luta contra o jugo Filipino, saíu uma valorosa companhia comandada pelo Capitão Manuel Jacques de Oliveira que atacou a fortaleza de S. Sebastião (Castelinho) tomando-a de assalto, aprisionando o Oficial Espanhol, Governou-o por algum tempo, entregando-o depois a Luís Cardoso Machado, que o recebeu por mercê régia.

 

FAMÍLIAS

 

A freguesia da Ribeirinha tem dois grupos grandes de famílias: as residentes e as migratórias.

As residentes, aquelas que existem desde os registos mais remotos, (o livro de baptismos mais antigo data de 1623)

 Dos nomes que constam como sendo residentes encontram-se: Alves, Azedias, Azevedo, Castro, Codorniz, Couto, Dias, Evangelho, Ferreira, Freitas, Gomes, Gonçalves Silva, Lopes, Lourenço, Machado, Melo, Miranda, Pacheco, Pacheco Galhardo, Parreira, Toste, Vaz.

Por oposição às famílias residentes, temos as famílias migratórias, ou seja, aquelas que vieram de outro local (freguesia ou ilha) e que aqui se instalaram.T

Entre elas temos: Ávila Bettencourt (Conceição); Bettencourt (Santa Cruz, Graciosa); Borges do Rego (Fonte do Bastardo); Cardoso Gaspar (São Brás); Cardoso Pires (Lajes); Cardoso Ventura (São Roque, Pico, via São Mateus); Carreiro (Maia, São Miguel); Fraga (Porto Judeu); Furtado (Santa Cruz, Graciosa); Garcia Valadão (Lajes); Gonçalves Leonardo (São Bento); Jaques (Cabo da Praia); Lemos (Santa Barbara); Luís Pires (Porto Judeu); Machado Vitória (São Sebastião); Martins Trovão (Agualva); Mendonça (Ribeira Seca, São Jorge); Nunes da Costa (Porto Judeu); Ormonde (Porto Judeu); Pinheiro Dias (Braga); Pontes (Fonte do Bastardo); Ribeiro (Porto Judeu); Rocha (Porto Judeu); Rocha Gato (São Bento); Rocha da Silva (Praia); Silveira (Ribeira Seca, São Jorge); Tavares (Ribeira Seca, Ribeira Grande, São Miguel); Vaz de Borba (Cabo da Praia); Vieira Homem (Lajes).

 

 

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